Energia– 1º Semestre 2013

Energia Nuclear 

Com a descoberta da fissão nuclear a humanidade adaptou esse processo para a produção de energia elétrica. Essa nova maneira de se produzir energia trouxe diversos benefícios e facilidades para  países onde as condições naturais não eram favoráveis para uma produção limpa de energia, mas não podemos deixar de citar alguns malefícios e os grandes incidentes(Chernobyl e Fukushima) que já ocorreram devido ao uso desta tecnologia.

nuclear

Prazos

1ª Etapa: 13/08
2ª Etapa(debate): 27/08
3ª Etapa: 02/09

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57 comentários sobre “Energia– 1º Semestre 2013

  1. GRUPO 5 – A FAVOR

    COMENTÁRIO 1: Quanto à NÃO Liberação de gases na atmosfera.

    Primeiramente, procuramos explicar em poucas palavras o funcionamento de uma Usina Nuclear, que é uma estação de processamento de material radioativo com a finalidade de produzir energia elétrica. O vapor produzido com o aquecimento da água por meio da fissão de átomos de Urânio enriquecido ou Plutônio, sob alta pressão é usado para girar turbinas que por sua vez produzem muito mais eletricidade que outros tipos de usinas. Estas usinas demandam de uma área de instalação pequena, se comparadas às usinas hidrelétricas, e às termoelétricas e possuem uma eficiência energética enorme. Em relação ao lixo nuclear, este é guardado em uma área reservada dentro da própria usina, não depositando seus rejeitos radioativos no meio ambiente. Além disso, ela não produz nenhum gás poluente que interfere no efeito estufa como, por exemplo, o CO2, o CH4 e o N2O.
    A energia nuclear foi criada e infelizmente demonstrada ao mundo da pior maneira possível, com bombas devastadoras caindo sobre Hiroshima e Nagasaki. Nas décadas seguintes o mundo aperfeiçoou o uso da tecnologia para fins pacíficos, em especial na medicina e na geração de energia elétrica. Ao longo de tantos anos alguns acidentes ocorreram, como o de Chernobyl passando uma imagem negativa da energia nuclear, mas nos esquecemos de como o petróleo já nos agrediu nocivamente, agressões as quais foram severas ao ecossistema e também aos alagamentos de grandes áreas provocados pela construção de usinas hidrelétricas. Porém, os tempos mudaram, com o avanço da tecnologia e das pesquisas sobre esta fonte de energia, vale reavaliarmos nossa opinião sobre o assunto. Enquanto as usinas nucleares avançaram em segurança e controle dos resíduos radioativos o mundo passou a sofrer com o gás carbônico emitido pelas fontes tradicionais de energia, como o petróleo e as usinas termoelétricas a carvão, ambas obtidas por meio da queima de combustíveis fósseis. Num mundo em que o aquecimento global é o grande problema, especialistas em energia questionam se a energia nuclear, apesar de todos os riscos e dos resíduos atômicos, não teria sido uma alternativa menos danosa ao meio ambiente do que as fontes que liberam gases causadores do efeito estufa e que colocam em risco todo o planeta.

  2. GRUPO 8 – CONTRA

    Olá Edson,

    Diante desse texto que busca levar o público à favor da energia nuclear, gostaria de abordar um tema.

    Você dá muito destaque para a questão do meio ambiente e da não gereção de gás carbônico, porém você não está explicando direito os riscos que podem gerar ao meio ambiente, esquecendo de dizer os contras dessa fonte de energia, que é grave e demanda muita atenção antes de escolher essa energia.

    Quando uma usina é instalada, ela tem que estar próxima a uma área que contenha água corrente, como um rio por exemplo, e essa água é utilizada para resfriar os equipamentos que esquentam com a geração de calor da fissão do átomo.

    Essa água entra na usina, e sai do outro lado do rio mais quente, com vários graus acima da temperatura ideal.

    Esse aumento de temperatura modifica severamente o ecossistema. Se logo antes do rio a água estava a uma temperatura, e depois ela aumenta, modifica a vida de todos os seres vivos envolvidos ali, e gera consequências não só para os que vivem na água, mas também para os que vivem nos arredores.

    Uma das consequências é o aumento das bactérias e seres microscópicos, gerando um efeito em cadeia com o aumento da vegetação aquática, modificação na luminosidade dentro da água, o que diminui a fotossíntese das plantas aquáticas(lembrando que a geração de oxigênio por meio da fotossíntese das plantas aquáticas é a principal fonte de oxigênio da terra!!!) modificando a reprodução dos seres vivos e por aí vai…

    Dessa forma, o seu argumento de diminuição na geração de gás carbônico não procede e isso é um dos motivos que sou contra esse tipo de energia.

  3. GRUPO 5 – A FAVOR

    Rafael, quanto ao fato do aquecimento da água, as Usinas Nucleares possuem TORRES DE RESFRIAMENTO!

    As usinas nucleares utilizam o princípio da fissão nuclear para gerar calor. Este calor irá aquecer a água que fica dentro do reator. Essa água quente irá seguir por tubos, até o vaporizador, depois volta ao reator. No vaporizador, uma outra quantidade de água será fervida, pelo calor de tubos onde passam a água extremamente quente do reator. O vapor gerado sairá por canos, até onde ficam localizadas as turbinas e o gerador elétrico. O vapor d’água pode girar as pás das turbinas a uma velocidade de 1800rpm. Depois que o vapor executar sua função, ele segue para o condensador, onde vai virar água novamente e retornar ao vaporizador. Para que o condensador transforme o vapor em água, é necessário que ele seja abastecido de água fria. Essa água fria pode vir de rios e lagos próximos. Ao passar pelo condensador, esta água fica quente, necessitando ser resfriada nas TORRES DE RESFRIAMENTO.

    E pra finalizar, onde você disse: “Dessa forma, o seu argumento de diminuição na geração de gás carbônico não procede”, eu não disse “diminuição”, pois não há emissão de gases na atmosfera, muito menos o gás carbônico!

  4. GRUPO 1 – CONTRA

    Edson, em seu primeiro comentário, fez uma citação quanto ao armazenamento dos rejeitos radioativos provenientes do processo de produção de energia de uma usina nuclear, porém não abordou seus riscos.
    Os isótopos do Uranio, por exemplo, quando passam pelo processo de fissão nuclear começam a emitir raios gama, que tem um poder de penetrar nas células de forma facil sendo, assim, nocivos à saúde e podendo levar até à morte.
    A exposição à radiação gama pode alterar as características genéticas das células, principalmente daquelas com alta taxa de proliferação isso é um tipo de dano crônicos à saúde, resultante da exposição por um longo período à esse tipo de radiação ou até mesmo queimaduras e alteração na produção do sangue, naqueles indivíduos que, entrarem em contato ou ficarem expostos a uma quantidade muito grande de radiação.
    Mesmo com todo avanço tecnológico do tempo em que vivemos ainda não se tem uma forma eficaz de armazenamento desses rejeitos. Com isso os riscos permanecem. E é um dos grandes desafios do mundo da Engenharia para as próximas décadas.
    O acidente ocorrido em Goiânia com Césio-137 mostra o erro no descarte de lixo radioativo, mesmo que não esteja relacionado com a produção de energia elétrica, são riscos presentes em todos os meios que fazem uso de elementos radioativos. Uma maquina de radiografia, abandonada, descartada de forma errada, resultou na contaminação e morte de centenas de pessoas.

  5. GRUPO 2- A FAVOR

    Já que o assunto envolve o meio ambiente,devemos ratificar como já citado anteriormente uma das principais vantagens da energia nuclear:a não utilização de combustíveis fósseis.Atualmente,segundo a Agência Internacional de Energia(AIE) cerca de 87% de todo combustível no mundo é de origem fóssil.Ao substituirmos os combustíveis fósseis pela energia nuclear estamos contribuindo para redução das chuvas acidas,da contaminação de recursos hídricos e da emissão de gases que poluem a atmosfera.Por esse e por outros fatores a energia nuclear é considerada uma das fontes mais limpas que existentes.

  6. GRUPO 7 – A FAVOR

    Caros colegas,
    É importante sabermos que o descarte do lixo nuclear em Usinas Nucleares, em sua esmagadora maioria, não é feito em rios ou de forma exposta no meio ambiente. Além da tecnologia das Torres de Resfriamento que evitam o contato do lixo tóxico com o meio externo, supracitada em outro comentário, há outros meios para armazenar o lixo nuclear de forma adequada. Antes de tudo, tal rejeito passa por um tratamento específico e, em seguida, é embalado e colocado em embalagens especiais. Após isso, fica armazenado em lugares específicos, afastados das regiões povoadas, até que sua radiação não ofereça mais riscos. Por fim, o que definirá o destino final dos resíduos é o seu grau de radioatividade. Materiais com baixo grau de radiação, na grande maioria dos casos, serão descartados em recipientes de concreto, capaz de conter possíveis vazamentos. Materiais com médio ou alto grau radioativo são descartados em cavernas, com aproximadamente 800 metros de profundidade, construídas especialmente para tal função e afastadas de locais habitados. Há, também, a metodologia de depositar o material em minas subterrâneas de sal, “piscinas” localizadas ao lado dos reatores, ou ainda, em regiões desérticas.
    Vale citar que, em alguns países, ocorre a reciclagem do lixo de baixo grau radioativo. Somente 3% do produto da reciclagem é inútil – normalmente, este resto é solidificado em uma mistura com um tipo especial de vidro e depositado em cilindros de aço para armazenagem em depósitos geológicos especiais, como os citados acima.
    Esta tem sido a metodologia adotada pela grande maioria dos países, e tem sido segura até hoje.
    Para finalizar, atento para o fato de que “em países com energia nuclear, resíduos radioativos representam menos de 1% dos resíduos tóxicos industriais totais […]” fonte: World Nuclear Association.

  7. Grupo 8 – CONTRA

    Mas mesmo que o descarte seja feito de maneira adequada, em uma usina nuclear há sempre a possibilidade de ocorrer acidentes, e quando ocorre é uma tragédia, seja causado por falhas humanas ou pela natureza, e como as usinas nucleares devem ser construídas próximas à oceanos (por que depende da água para resfriar as turbinas), só amplia a periculosidade em caso de acidentes não só para as pessoas, mas também para a biodiversidade marinha que tem seu habitat natural próximo à usina nuclear.
    Então porque utilizar uma coisa que oferece riscos à população e ao meio ambiente, quando o nosso país disponibiliza outras formas de produzir energia que são mais seguras?, e também, como nós sabemos que o preço da construção e manutenção de uma usina nuclear é extremamente caro nós poderíamos investir esse capital no estudo de outras formas de energias que sejam limpas e mais seguras do que a nuclear.

  8. Antes devemos nos lembrar que a Mãe Natureza, quando quer, é simplesmente imbatível frente à qualquer intervenção humana que considerarmos, apesar de toda tecnologia que dispomos atualmente. Vulcões, furacões, terremotos, maremotos … Não há nada que possamos fazer. E por isso é importante termos a consciência de que não sabemos de tudo ou, de outra forma, não temos domínio de absolutamente nada referente à natureza. O que procurarei aqui é levantar alguns pontos a favor da produção de energia nuclear e levar a todos refletir a respeito. Mas um fato é inegável: a produção de energia nuclear é totalmente não poluente em condições normais de funcionamento, diferentemente das principais formas de produção energética. Enquanto as usinas hidrelétricas, por exemplo, que são as mais defendidas pelos especialistas em produção de energia limpa, juntamente com a eólica e a solar, além de outras formas alternativas, necessitam de grandes áreas para a produção, a nuclear, não. E grandes áreas para esses fins acarretam, sabidamente, em enormes danos ao meio ambiente muitas vezes irreparáveis. Para exemplificar, uma usina nuclear pode funcionar em sua capacidade máxima por até dois anos consecutivos, com produção ininterrupta, 24 horas por dia, sem qualquer tipo de reabastecimento! Já as demais, definitivamente, não, o que provoca grandes danos ao meio ambiente devido aos constantes reabastecimentos com combustíveis os mais variados.

  9. Grupo Andreza, Barbara Blanc, Bráulio, Marcos Quaglio, Mariane Martins, Sandro e Victor – A FAVOR:

    O tema é Controverso, contudo o posicionamento a Favor se baseia em alguns pressuposto básicos, tais como: Necessidade de Ampliação da Matriz Energética do Brasil, Disponibilidade de Matéria Prima (Urânio), Desenvolvimento de Tecnologia (“know-how”), Meio Ambiente, etc.
    Desenvolvimento de Tecnologia (“know-how”): O Tema Energia Nuclear vai além de Angla I, II e II. Vai da extração de Urânio, seu enriquecimento para produção do combustível nuclear, Sua utilização dentro do complexo de Angra, a produção da Energia Elétrica e o destino dos Rejeitos Nucleares.
    Desde 1950 o Brasil passou a investir no desenvolvimento da capacidade nuclear nacional e independente. Hoje o País, por meio da Fábrica de Combustível Nuclear de Resende, por meio de Centrífugas, desenvolvidas com tecnologia nacional, produz Urânio enriquecido que vai alimentar, numa fase inicial, 100% dos reatores da usina Angra 1, e 20% de Angra 2, para geração de energia elétrica. Este Combustível consegue ser produzido a um preço 50% menor que o produzido no exterior. Tanto que o governo brasileiro já negocia a venda de combustível para usinas nucleares da China, da Coreia do Sul e da França, o país poderia faturar US$ 1,5 bilhão por ano nesse mercado. O Brasil Sendo um dos poucos Países do mundo com tal tecnologia e possuir, hoje, a 6ª maior reserva geológica de urânio do mundo, nos reserva um futuros promissor nesta área. Tudo isso fruto da necessidade de se produzir Eletricidade por meio da Energia Nuclear.
    Posteriormente irei colocar comentários relacionados aos demais Pressupostos.

    Você Sabia?
    * O Brasil possui a única Mina de Urânio desativada do Mundo. Fica no Município de Poços de Caldas, foi desativa por se exaurir todo o Urânio comercializável do Local. Cientistas de vários países estudam os efeitos sobre meio ambiente, já que no local formou-se um enorme lago artificial, que é monitorado por cientistas da INB (Indústrias nucleares do Brasil), vinculada à Comissão Nacional de Energia Nuclear – (CNEN).

    * Areia monazítica é um tipo de areia que possui uma concentração natural de minerais pesados, podendo ocorrer ao longo do litoral e em determinados trechos de rios. No Brasil, sua exploração iniciou-se, de forma clandestina, em 1885 com a retirada da monazita das praias da Bahia por navios da Alemanha. Estes navios chegavam carregados de produtos da Alemanha e, os Comandantes dos navios, usavam a areia Monazita como lastro em suas embarcações na viagem de volta à Alemanha. Ao contrário do Brasil, já sabiam da composição radioativa deste produto.

  10. Grupo 8 – A FAVOR

    Atualmente, no mundo, estão em operação 440 reatores nucleares voltados para a geração de energia em 31 países. Outros 33 estão em construção. Cerca de 17% da geração elétrica mundial é de origem nuclear, a mesma proporção do uso de energia hidroelétrica e de energia produzida por gás.

    Alguns países desenvolvidos têm seu abastecimento de energia elétrica com um alto percentual de geração nuclear. Entre eles, a França tem 78%, a Bélgica 57%, o Japão 39%, a Coréia do Sul 39%, a Alemanha 30%, a Suécia 46%, a Suíça 40%. Somente nos Estados Unidos, os 104 reatores em funcionamento, que geram 20% da eletricidade daquele país, produzem mais eletricidade que todo o sistema brasileiro de geração elétrica. Além desses reatores, funcionam mais 284 reatores de pesquisa em 56 países, sem contar um número estimado de 220 reatores de propulsão em navios e submarinos.

    A produção de energia elétrica provinda de Angra I e II, hoje está por volta de 1,8%, é pouco, comparada com a advinda das Hidrelétricas, contudo é fundamental para o Sistema Nacional. Como disse anteriormente, junto com as Usinas de Angra têm todo um “know How” em tecnologia própria desenvolvida pelos nossos cientistas.

  11. Grupo 8 – Andreza, Barbara Blanc, Bráulio, Marcos Quaglio, Mariane Martins, Sandro e Victor – A FAVOR:

    Embora eu tenha opiniões contrárias, foi me dada a função de ser favorável ao tema, logo, gostaria de postar um dado:
    Você sabia que a fissão de 10 gramas de urânio libera quase a mesma energia que a queima de 70 kg de óleo ou ainda 1200 kg de carvão?
    Em relação a este dado, sem tomarmos outros pontos de vista, é INCONTESTÁVEL sua eficiência.
    Há ainda uma série de vantagens: a não emissão de poluentes, não há a necessidade de uma grande área para sua implementação além de sua grande eficiência a partir de pouca matéria prima.
    Gostaria de me contrapor a caríssima colega Ivianny quando tece um comentário em relação ao acidente do Césio 137.
    1) Não houve a morte de centenas de pessoas, oficialmente, apenas 4 (quatro), não defendo um número me baseando em pequeno ou grande, mas apenas para os leitores entenderem, de fato, o que ocorreu.
    2) Sobre o descarte deste ‘lixo’, concordo não ter ocorrido de forma adequada, contudo não podemos nos basear em um erro para que determinadas atitudes sejam tomadas. Aliás, aprendi, já neste curso de Engenharia, que nosso trabalho é solucionar problemas, e que haja punição aos erros oriundos do mau uso deste tipo de energia.

  12. GRUPO 8 – CONTRA

    Sandro, você muito mencionou sobre o potencial know-how brasileiro comparado a países europeus e da importância de ampliação da matriz energética. Porém esqueceu-se da questão econômica advinda do alto custo da construção, que envolve desde encargos para o enriquecimento do combustível à criação de um depósito geológico para os resíduos radioativos.

    Como o risco do investimento em uma usina nuclear é alto – serão necessários 9,5 bilhões para a finalização de Angra 3 – a iniciativa privada não tem interesse em aplicar capital. E, diferente do caso europeu, o governo brasileiro não possui uma política de subsídios clara para essa matriz. A consequência direta seria um aumento de impostos para o usuário.

    Por fim, estima-se que cada um bilhão investido em eficiência energética pode evitar investimento de 40 bilhões para gerar a mesma eletricidade a partir de plantas nucleares.
    Precisamos de instalações de baixo impacto ambiental e que não ameace a segurança da população. Caso contrário, teremos verdadeiro “elefantes brancos”.

  13. O urânio é um elemento relativamente abundante na atmosfera o que permite a produção de energia barata comparada às demais fontes de energia. E mais, não existe a menor possibilidade, como muitos acreditam, de uma explosão nuclear pois não ocorre a fusão nuclear. O que acontece é que caso haja um resfriamento do reator a temperatura vai aumentando e a quantidade de energia dentro do reator também. Pode até haver explosão mas não nuclear. A explosão que pode ocorrer é na estrutura física do prédio da usina devido à pressão interna. Isso pois o urânio é enriquecido em torno de 20% para a produção de energia nuclear diferentemente de uma bomba atômica, que é enriquecido acima de 80%. Portanto, não existe a menor possibilidade de uma explosão/reação em cadeia dentro de uma usina a ponto de se produzir uma explosão nuclear.

  14. GRUPO 01-CONTRA
    Apesar dos “pontos positivos” apresentados, compartilho da opinião de alguns colegas . De fato há uma necessidade de ampliação da matriz energética do país contudo, no Brasil tem-se outras formas de energia a serem exploradas,como a Eólica e a Solar .Entretando, os investimentos feitos nesse tipo de energia ainda são escassos o que as tornam caras e não tão eficientes.Exemplo disso são as placas fotovoltaicas instaladas nas residências que tem os preços elevados e ainda encontra-se fora do orçamento de muitas famílias. De modo geral o risco trazido pela instalação de uma usina nuclear é tranquilamente dispensável. Se chegar o momento em que houver a necessidade de instalação/criação de novas usinas já haverá, espera-se, um desenvolvimento tecnológico que garanta mais segurança nesse processo que hoje não chega a ser responsável por 2% da energia produzida no país. O investimento é alto, os riscos também são altos para uma quantidade de energia ínfima produzida.Além disso em países da Europa nos quais a residência apresenta geração de energia solar isso é descontado em sua conta de luz ,o que não ocorre no Brasil,falta-se também incentivo por parte do governo para implementaçãoo de novas fontes alternativas de energia.

  15. GRUPO 4 – A FAVOR

    A maioria dos argumentos contrários a implantação da energia nuclear relacionam-se com as constantes dúvidas a respeito da segurança do sistema de geração,visto que, ao longo da história, muitos foram os casos de acidentes envolvendo usinas e liberação de radioatividade, sendo que, tais acidentes afetaram grandemente a sociedade.

    Primeiramente, gostaria de compartilhar com os colegas que consegui reunir, em minhas pesquisas, cerca de 20 acidentes envolvendo energia nuclear e observei que todos eles ocorreram no século XX (entre 1957 e 1997), como por exemplo, Chernobyl e Three Mile Island. Já no século XXI, o único acidente do qual tomei conhecimento, foi o de Fukushima no Japão.

    Quero defender aqui neste comentário que a ocorrência de acidentes está muito relacionada ao desenvolvimento tecnológico da produção de energia. Com certeza, estamos, ainda, no início do século XXI e não podemos levantar estatísticas sobre a frequência dos acontecimentos, porém é interessante observar que o acidente de Fukushima ocorreu, não por ausência de tecnologia adequada, mas por efeitos externos, ou seja uma ação da natureza.

    Um exemplo da aplicação segura da energia nuclear é o veículo espacial construído pela NASA: Curiosity. O veículo funciona a partir de um Gerador Termoelétrico por Radioisótopos que trabalha com a energia liberada pelo decaimento natural do isótopo de Plutônio-238.

    Curiosity não é uma usina nuclear, com certeza não, mas seu gerador pode ser mantido em atividade durante 14 anos e totalmente protegido (não ocorre vazamento de radioatividade) contra o ambiente hostil de Marte (planeta ao qual será enviado), logo concluo que a energia nuclear, antes deficitária em termos de tecnologia, hoje se apresenta como uma grande alternativa de abastecimento energético.

  16. GRUPO 4 – A FAVOR

    Muitos colegas acima entendem a questão da energia nuclear como mais prejudicial do que outras fontes de energia devido à radioatividade e ao impacto que sua liberação causa no meio ambiente, por isso,vamos analisar algumas questões. Hoje o mundo conhece, como principais fontes de energia, as seguinte matrizes: Petróleo, carvão, água,biomassa,vento, sol.
    Todas as matrizes citadas oferecem danos ao meio ambiente ou à vida em sociedade; o petróleo e o carvão, por exemplo, são os principais responsáveis pela emissão de gases que promovem efeito estufa e o primeiro, principalmente, é um grande responsável pela contaminação das costas continentais. Já as hidroelétricas, além de contribuir para a emissão de gases, também guardam consigo a possibilidade de rompimento de uma barragem. Por exemplo, se uma usina do tamanho de Itaipu sofresse um rompimento de barragem, a água acumulada chegaria à Buenos Aires na Argentina.
    As energias solar e eólica tem seus problemas também pois, há ainda problemas de descarte de placas e poluição sonora, respectivamente.
    Mostrei todos estes pontos para podermos entender que os argumentos quanto a gravidade dos acidentes não são válidos, uma vez que não podemos tomar os efeitos da radioatividade como mais nocivos do que a emissão de CO2 que vem desde o século XVIII, ou mais perigosos do que as questões políticas e de risco a sociedade que envolvem as usinas hidroelétricas, no entanto , todas elas se fazem necessárias.
    Se queremos ter energia, o desenvolvimento tecnológico nos dará a liberdade para correr riscos.

  17. Deixo aqui registrado um pronunciamento da ONU sobre o Aquecimento Global, através de um dos maiores, se não o maior ambientalista da atualidade – repito, um dos maiores, se não o maior AMBIENTALISTA da atualidade!, professor James Lovelock.

    “Combater o problema com a redução da emissão de carbono extraindo a energia de vento, maré ou biocombustível é perda de tempo. Uma das poucas medidas que ainda vale a pena tomar para salvar a raça humana é apelar para a energia nuclear.” Essa análise vem do respeitado cientista e ambientalista britânico James Lovelock. Segundo James, a energia nuclear nunca foi por ele considerada uma ameaça ao meio ambiente, aos seres humanos, com o risco de radiação, contaminação ou lixo nuclear. Os mais de 200 livros produzidos ao longo dos seus 90 anos de idade lhes trouxe essa certeza a ponto de afirmar que essa preocupação é totalmente uma ilusão e que não tem nada de verdade. O universo, por si só, é formado por energia nuclear, assim como o Sol, a Terra e os seres vivos, incluindo o ser humano. James Lovelock foi o criador do conceito de Gaia e fez o mundo refletir sobre o meio ambiente e na relação entre o homem e o meio ambiente, a biosfera. Muito do medo das mais diversas sociedades provém da Segunda Guerra Mundial, quando o pânico de uma bomba atômica provocou um verdadeiro terror na cabeça das pessoas. E essa preocupação ainda perdura até os dias atuais em parte devido a questões políticas e militares e de pressão de grandes potências contra a produção de armas nucleares de nações consideradas inimigas de potências ditas defensoras do mundo contra o mal.

  18. GRUPO 5 – A FAVOR

    A cada dia que passa, acompanhando o aumento populacional e outros fatores como maior disponibilidade de recursos tecnológicos, cresce a demanda de energia elétrica no Brasil e em todo o mundo. Estudos da Fundação Getúlio Vargas (FGV) estimam que em 2040 a demanda por energia elétrica no Brasil pode chegar a 1,2 milhão gigawatt-hora (GWh). Diante deste cenário observa-se uma busca constante por fontes de energia que sejam eficientes e seguras.

    Como enfoque dessa discussão têm-se o uso da energia nuclear. Grande parte dos argumentos contrários à essa forma de energia, baseiam-se em seus “altos riscos”. No entanto, vale ressaltar os altos níveis de segurança empregados no funcionamento de uma usina nuclear. Esses cuidados vão desde a fase inicial do projeto, com a escolha do local, até a realização de testes periódicos junto à avaliações internas e externas. No Brasil, por exemplo, as Usinas de Angra foram construídas em locais com probabilidade muito baixa de eventos sísmicos, sendo ainda projetadas para resistir a terremotos e contando ainda com diversos sistemas que garantem o desligamento das mesmas após qualquer abalo que atinja as especificações consideradas no projeto. Além disso, trabalha-se com diversos conceitos como: redundância, em que componentes de sistemas importantes são instalados em maior número que o necessário, “ Fail-Safe”, no qual sistemas de segurança são projetados de tal maneira que falhas neles mesmos iniciam ações de redirecionamento para o lado seguro e sistemas de segurança passivos, que são numerosas barreiras de concreto e aço que protegem a usina de impactos externos. Tais medidas fazem com que os riscos sejam reduzidos a níveis baixíssimos.

  19. Grupo 5 – A FAVOR

    Atualmente há uma grande variedade de fontes para a produção de energia. Entre elas observam-se: o vento, o sol, a água, os combustíveis fósseis, os combustíveis nucleares, etc. Têm-se como consenso a necessidade de substituição gradual dos combustíveis fósseis, uma vez que a utilização destes tem causado sérios prejuízos ao meio ambiente, devido à emissão de gases do efeito estufa provocada pela sua queima. A escolha da melhor opção é sem dúvida uma das principais buscas de grande parte da comunidade científica.

    Sem dúvida, as matrizes eólica, solar e hidroelétrica são alternativas para essa substituição. Contudo vale lembrar uma desvantagem que elas têm em comum em diferentes graus de intensidade: a dependência climática. Em locais de pouco vento fica inviável a instalação de usinas eólicas, já em lugares com baixa irradiância solar a geração de energia por meio da luz do sol fica prejudicada e os baixos regimes pluviométricos de certas regiões ou a ausência de recursos hídricos fazem com que a hidroeletricidade não seja a melhor alternativa para a geração de energia naquele local. Em contrapartida, vale destacar a indiferença das centrais nucleares à sazonalidade climática. Independente da estação do ano ou do clima da região a usina nuclear mantém a sua geração de energia. Principalmente em países que enfrentam instabilidade climática, a energia nuclear se revela uma ótima opção.

  20. Grupo 8 – CONTRA

    Comentários feitos por alguns alunos que defendem a energia nuclear, dizem que tal energia seria considerada a mais limpa em sua geração. Fato que, de acordo com pesquisas feitas, não é totalmente verídico. Segundo a professora da USP, Emico Okuno, alguns cientistas constam que, considerando toda sua cadeia de produtividade (desde a exploração do urânio na mina até o seu enriquecimento para ser usado no reator como combustível), a energia nuclear libera mais CO2 do que a hídrica. Além disso, não podemos nos esquecer do lixo atômico gerado, cuja solução ainda não é bem definida.
    Também temos os acidentes nucleares. Como mencionados acima pelo Gustavo Lima não foram muitos, mas alguns tiveram uma enorme intensidade e consequências gravíssimas. No acidente de Chernobyl, por exemplo, foram milhares de mortes e de pessoas contaminadas, sendo impossível saber a quantidade exata de pessoas afetadas direta ou indiretamente pela radiação. E após o acidente causado também em Fukushima, em 2012 foi estimado que o custo para descontaminar tal região seria de 600 bilhões de dólares, o que nos leva a um grande fator econômico também envolvido.
    Com tudo, tendo nosso país grande capacidade de gerar energia hidrelétrica e visto más consequências geradas pela energia nuclear, esta não seria a melhor opção hoje para nosso país.

  21. Grupo 01-Contra
    Muito se diz sobre a quantidade de energia produzida por uma usina nuclear entretando deve-se levar em conta o tempo para sua construção,impactos causados já que é necessário estar localizada em uma área mais afastada e riscos constantes de vazamento de radioatividade .Além do que o Brasil apresenta muitas outras formas de geração de energia que não sejam tão perigosas.Vê-se que em países mais desenvolvidos que não apresentam os recursos naturais que temos essas formas de energia são muito mais avançadas e recebem investimentos altos do governo.A China é uma das que mais investe em energia Eólica,cerca da à metade do total de investimento em novos projetos eólicos do resto do mundo são dela. A Alemanha é outro país que está investindo em trabalhos verdes como em projetos de parques eólicos off-shore e ainda conta com a ajuda do setor privado da empresa Vattenfall,produtora de aerogeradores,que investirá 1 bilhão de dólares em uma área com capacidade de 288MW .Com isso a Alemanha espera aumentar sua matriz com fontes renováveis para 80% até 2050..O Brasil por investir em setores mais tradicionais como biocombustíveis e hidrelétrica encontra-se entre os países que geram energia renovável .Entretanto,não há o mesmo grau de investimento nas chamadas “energias modernas” ,solar e eólica,que outros países investem tanto.Segundo uma reportagem que saiu na revista Veja há cerca de 2 anos estima-se que “Os custos dos sistemas solares fotovoltaicos caíram a um ponto no qual são menores do que projetos de novas usinas nucleares”.Além disso,o investimento em energia limpa não só diminui a emissão de gases poluentes como a criação de postos de trabalho.Segundo dados foram criados cerca de 300 mil vagas no mercado de energia renováveis .

  22. Grupo 4 – A FAVOR
    Desde o surgimento e desenvolvimento dos sistemas elétricos de energia, a produção de energia está diretamente atrelada ao consumo e produção de bens e serviços, bem como à qualidade de vida das sociedades.
    O número de fontes primárias de energia disponíveis em nosso planeta é limitado e, considerando a dependência desta produção com fatores tais como condições meteorológicas (vento, irradiação solar) e adequação de bacias hidrográficas, este número se torna ainda mais limitado. Assim, cada país tem maior ou menor acesso aos diversos, porém limitados, tipos de fontes primárias de energia.
    Nos EUA e em muitos países da Europa e Ásia, a energia nuclear é a principal fonte de geração de energia elétrica. A Alemanha, que logo após o desastre nuclear da usina de Fukushima (Japão, 2011) iniciou um processo de desativação gradual de suas usinas nucleares, começou a enfrentar problemas de atendimento à demanda energética e ameaças de blecaute( http://www.inovacao.unicamp.br/recortes/desativacao-de-usinas-nucleares-leva-ameaca-de-blecaute-a-alemanha).
    Acreditamos que a exclusão total da energia nuclear como fonte primária para a geração de energia elétrica é inviável. Factível é a concentração de pesquisa tecnologia e científica e investimentos financeiros em medidas de otimização da segurança de tais usinas.

  23. GRUPO: Maurcio, Murilo, Rafael, Victor, Arlon e Roberto.
    CONTRA
    Em nossa visão, podemos constatar que a energia gerada pela fissão nuclear irá gerar problemas em vários âmbitos, pois é uma energia com um poder de destruição muito grande, tanto usada de forma convencional como fonte de energia ou como arma de efeitos de destruição em grande escala.
    No Brasil, por exemplo, a energia nuclear apresenta uma ínfima parte de utilização perante as demais, como a oriunda de hidrelétricas. Nossa situação não se apresenta favorável à utilização desta energia que causa tanto espanto, nossos recursos em produzir energia através de outros métodos são grandiosos, sim, produzir energia limpa, energia renovável, sem que haja uma iminência de caos na segurança de nossa população, quando utilizada a energia nuclear.
    Sabemos que nas usinas nucleares a segurança é intensa, e que os processos são controlados em vários níveis para evitar o mínimo de erro, não comprometendo assim a segurança do entorno. Porém, sabemos que qualquer sistema não apresenta total eficiência, e quando este não apresenta, no caso das usinas, o estrago gerado é imenso, já que o controle das fissões não é possível quando se da o inicio. As usinas de Angra, as únicas com geração nuclear em nosso país, foram instaladas durante o regime militar, em uma área estratégica. Podemos pressupor que a instalação das mesmas não tenha sido motivada apenas como geradora de energia, mais sim por motivos bélicos ou o estreitamento de laços com potências nucleares, até mesmo para intimidação dos Estados que viviam um conflito eminente no século passado (EUAxURSS).
    Percebemos que a utilização da energia nuclear vai além da geração, mais sim, fatores políticos, referentes à segurança nacional perante conflitos internacionais, comprometendo uma serie de sistemas locais, deste a população de determinadas cidades ao entorno das usinas, até o meio ambiente local.

  24. Grupo 4 – A FAVOR

    Em Fukushima I, um terremoto seguido de Tsunami danificou a estrutura dos reatores da usina. O sistema de resfriamento entrou em colapso e os reatores superaqueceram, resultando no vazamento de material radioativo para a atmosfera e para o lençol freático.
    Este triste acontecimento torna evidente quão vulnerável, no quesito segurança, é um país frequentemente assolado por abalos sísmicos capazes de comprometer a estrutura de uma usina nuclear. Acreditamos que tais países deveriam sofrer severas restrições concernentes a construção de usinas nucleares em seus territórios.
    No entanto, em países como o Brasil, onde a demanda energética é crescente, onde as regiões disponíveis para a construção de usinas hidrelétricas diminuem cada vez mais e onde o histórico de abalos sísmicos, bem como a probabilidade de abalos futuros, é extremamente pequeno, o investimento em usinas nucleares é válido, necessário e seguro.

  25. GRUPO 4 – A FAVOR

    Hoje, a geração de energia através de usinas nucleares, não é mais vista como uma má alternativa, pelo que sua produção oferece. O reator não usa combustíveis fósseis e não são gerados gases de efeito estufa e enxofre que é o principal causador de chuvas ácidas. Com vinte e cinco quilos de urânio é criado a mesma quantidade de energia que duas mil e quinhentas toneladas de carvão ou mil e quinhentos litros litros de óleo diesel. Seu custo só é maior em comparaçao a hidrelétrica. E com suas dimensões ela pode ser instalada perto de centros consumidores, o que diminui seus gastos e perdas com longas linhas de produçao.

    • Grupo 1 – CONTRA

      Caro Maurício, Com respeito a sua citação de proximidade das usinas aos centros consumidores, vale ressaltar que, mesmo sendo uma fonte “segura” de energia, onde os riscos de explosão são mínimos como já citado anteriormente pelo nosso amigo Marcos Honori, este tipo de usina não se isenta de acidentes, mesmo que a frequencia em que eles ocorrem seja baixa, o grau e intensidade dos danos a um curto e médio alcance são catastróficos. Tomando como base o acidente ocorrido em Fukushima no Japão recentemente, podemos avaliar esta dimensão. Uma usina tomada como extremamente segura para os padrões humanos de engenharia civil, que levava em consideração inclusive, na sua construção, alterações geológicas decorrentes em todo território japonês, que é constantemente acometido por terremotos de diversos graus, não foi segura o suficiente frente ao ambiente e sucumbiu perante ao terremoto associado ao maremoto. As consequências, como todos já sabem, foi um isolamento de 30km no entorno da usina devido aos gases radioativos liberados com o vazamento do reator. E o dado só não foi maior, pq as autoridades conseguiram conter o vazamento, com uma dificuldade extrema, a tempo de reduzir esta área de contaminação. Em consequência disso, diversas cidades foram totalmente evacuadas. O que nos leva a contradizer seu argumento e afirmar que uma usina não é segura o suficiente para ser instalada próxima a grandes centros, ou mesmo unidades menores de consumo ou zonas de plantio ou criação de animais que estarão igualmente sujeitos a contaminação que poderá chegar até o consumidor final provocando os mesmos danos por radiação.

  26. Grupo : Arlon Melo, Mauricio Efisio, Murilo Gomes, Rafael Macedo, Roberto Lemos, Victor Oliveira – Contra

    A Energia Nuclear, como qualquer outra, tem-se inúmeras vantagens e desvantagens. Entretanto, ao analisarmos friamente os aspectos dessa energia, apesar dos benefícios quando não acontece algum planejamento adequado, ou há displicência de alguns funcionários ou qualquer outro erro nos procedimentos envolvendo energia nuclear, o resultado pode ser fatal.
    Já vimos que a reação nuclear pode ser usada pra, diretamente, para destruir cidades e vidas. Como ocorreu na 2º Guerra Mundial. Sei que não esse o assunto em questão, contudo, pode se ter uma ideia do que essa energia é capaz.
    Dentre inúmeras desvantagens apresentadas pela energia nuclear, colocarei uma em destaque nesse comentário, os acidentes.
    A defesa e a acusação são baseadas em argumentos e em dados, principalmente o ultimo, que é uma forma de “provar” a eficiência ou não da energia.
    O acidente no reator de Chernobyl (ex-URSS) contaminou radioativamente uma área de aproximadamente 150.000 km² (corresponde mais de três vezes o tamanho do estado do Rio de Janeiro), sendo que 4.300 km² possuem acesso interditado indefinidamente. Até 180 quilômetros distantes do reator situam-se áreas com uma contaminação de mais de 1,5 milhões de Becquerel por km², o que as deixa inabitáveis por milhares de anos. É difícil dizer com precisão o número de mortos causados pelos eventos de Chernobil, devido às mortes esperadas por câncer, que ainda não ocorreram e são difíceis de atribuir especificamente ao acidente. Um relatório da Organização das Nações Unidas de 2005 atribuiu 56 mortes até aquela data – 47 trabalhadores acidentados e nove crianças com câncer de tireoide – e estimou que cerca de 4000 pessoas morrerão de doenças relacionadas com o acidente.
    Esses dados são do maior desastre nuclear da história, além de vários outros como recentemente ocorreu no Japão( há dois anos e meio), o acidente nuclear de Fukushima, que trouxe inúmeros prejuízos aos japoneses e ao mundo. Em Three Mile Island (Pensilvânia), uma falha humana impediu o resfriamento normal de um reator, cujo centro começou a derreter. Os dejetos radioativos provocaram uma enorme contaminação no interior do recinto de confinamento, destruindo 70% do núcleo do reator. Um dia depois do acidente, um grupo de ecologistas mediu a radioatividade em volta da usina. Sua intensidade era oito vezes maior que a letal. Cerca de 140 mil pessoas foram evacuadas das proximidades do local. O acidente foi classificado no nível 5 da escala internacional de eventos nucleares (INES), que vai de 0 a 7.
    Todavia, não precisar ir em grandes industrias para se encontrar problemas com a energia nuclear. Na área da saúde, nos hospitais a energia nuclear é bastante utilizada para auxiliar a saúde porém, muitos desconhecem o seu risco, e um certo erro na “dose” de certo exames pode ser fatal pra saúde humana.
    Portanto, é necessário classificar o que consideramos vantagens e desvantagens. As vezes o ganho de energia, o ganho econômico e o ganho ambiental não compensa colocar a saúde de tantos seres humanos em risco. Alguns podem dizer: “É só fazer tudo certo que não tem problema”. Mas, se formos pesquisar alguns acidentes, veremos que pequeníssimos erros foram fatais e, o ser humano não é perfeito, sempre estaremos sujeito a erros.

  27. Grupo 4 – A FAVOR.
    Alguns cientistas noruegueses estão com um projeto de usar um novo elemento substituindo o urânio por um novo chamado tório, em fusões frias que podem resultar em um combustível mais seguro e limpo. O tório é mais abundante na Terra do que o urânio, sendo encontrado em rochas e solos especiais. Além disso, os reatores das usinas seriam muito menores e mais seguros.
    O uso do tório ainda passa por testes, mas caso ele passe a ser utilizado realmente, esse avanço minimizaria ainda mais as poucas desvantagens da energia nuclear.

  28. GRUPO 4 – A FAVOR

    No Brasil mesmo que haja um crescimento abaixo do estimado e uma melhoria na eficiência energética, havera a necessidade do uso da energia termica. Com o crescente aumento do consumo de energia elétrica, o uso dos atuais meios de geração já não serão mais viáveis. A produção de energia atravez de hidrelétricas requer grandes espaços, visto o aumento da demanda do consumo, Em um futuro já não teremos como instalarmos mais usinas, ou seja, a criação de hidrelétricas se tornará inviavel. Com isso a geração de energia elétrica atravez de usinas nucleares se torna uma alternativa. Existe quantidade suficiente de combustível, no mundo, para o fornecimento de energia nuclear durante um período de aproximadamente dez mil anos.

  29. GRUPO 4 – A FAVOR

    Existem tipos de reatores e com o avanço tecnológico estão se tornando cada vez mais seguros e eficientes. Se busca sempre o aumento da segurança, as usinas são projetadas para aguentar o impacto de um avião e um sismo de grau sete na escala Richter. Em Fukushima os reatores aguentaram o sismo de grau nove e a onda do tsunami, que atingiu dez metros, o que houve foi falha nos sistemas auxiliares.
    A quantidade de residuos, hoje, gerados é pequena e ainda o uranio usado no reator pode ser reciclado e re-enriquecido para que seja novamente utilizado. O rejeito que não é aproveitado, é condicionado em latões, que sao preenchidos de concreto e são armazenados no subsolo em profundidades consideráveis. Estão em andamento estudos, que vêm avançando visando a diminuição da meia vida do rejeito que é de bilhões de anos para aproximadamente trezentos anos.

  30. GRUPO 4 – A FAVOR

    Quero fazer uma simples observação em relação aos cometários anteriores. Primeiramente devemos lembrar que o questionamento proposto refere-se à utilização da energia nuclear em TODO o planeta, e não somente em território brasileiro. Já com relação à posição do colega Mauricio Medina, vejo que é um ERRO o pensamento de que energia nuclear é a única geradora de conflitos políticos. Infelizmente, a energia atômica foi claramente utilizadas para fins bélicos durante a Guerra Fria e tem ,desde o princípio de sua exploração, causado turbulência política. Porém quando pensamos desta forma, nos esquecemos do interesse mundial no petróleo da península arábica, que foi registrada fortemente na Guerra do Golfo e na Guerra do Iraque. Este mesmo petróleo que é disputado por todo o mundo e causa conflitos ao longo dos anos, abastece os bilhões de automóveis que utilizamos diariamente. Outro fato, por exemplo, está estampado nos conflitos entre palestinos e israelenses, já que esses, tomaram posse das nascentes do rio Jordão e impedem constantemente a chegada de água na região da Palestina. Estes dois exemplos nos revelam que não só a energia nuclear é causadora de conflitos políticos, mas toda matriz energética é ou pode vir a ser, uma vez que todos os países buscam aumentar seus recursos energéticos.

  31. Grupo 5 – A FAVOR

    Visando um futuro onde o Brasil irá necessitar de uma melhoria na eficiência energetica, a Comissão de Minas e Energia da Câmara aprovou no dia 10 Abril de 2013 um projeto de lei que cria uma compensação financeira para Estados e municípios que explorem energia nuclear para fins de geração de energia elétrica. Por um acordo firmado de última hora, a compensação será de 6% do faturamento bruto aos Estados e municípios onde estejam instaladas as usinas nucleares, aos municípios limítrofes àqueles onde existam usinas nucleares instaladas e aos municípios onde estejam os dejetos radioativos. Os deputados também incluíram a exploração de urânio como passível de compensação. Fernando Jordão, autor do projeto e ex-prefeito de Angra dos Reis afirmou: “Se a gente quiser avançar o programa nuclear brasileiro, temos que dar aos municípios e aos Estados compensação financeira sim, para que não enterremos o programa”. O projeto ainda tem um longo caminho a percorrer. Após aprovada pela Comissão de Minas e Energia, ela terá de passar ainda pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, de Finanças e Tributação e de Comissão e Justiça. Só após aprovada na última das comissões não houver recursos de parlamentares para levar a matéria ao plenário da Câmara, ela será encaminhada para apreciação do Senado.

  32. GRUPO 2 – A favor

    É importante ressaltar, como já foi dito, que a principal qualidade da energia nuclear é a não utilização de combustíveis fósseis, fazendo com que seus danos ao meio ambiente sejam consideravelmete menores. Um importante exemplo é o fato dela não causar nenhum tipo de efeito estufa direto ao ambiente partindo do pressuposto de que ela nao libera gases que ocasionam tal efeito.

    Outro aspecto favorável ao seu uso é a pequena quantidade de matéria prima necessária para geração de grande quantidade de energia. Além disso, as usinas nucleares operam com capacidade acima de 85%, isso significa que elas estão ativas em mais de 7400 horas por ano não dependendo das condições climáticas.

  33. Para esclarecimento dos petianos que estão coordenando o calouro web 2.0, O GRUPO 7 É A FAVOR do uso da Energia Nuclear, sendo os seus integrantes os alunos Andreza Basso, Bráulio Silveira, Marcos Quaglio, Mariane Martins, Sandro Gomes e Victor Vassalo.
    Ou seja, nos comentários do Marcos Quaglio e Sandro Gomes o grupo correto é o 7 – A Favor.

    A aluna Bárbara Blanc, que foi sitada em um dos comentários como integrante do grupo sete é, na verdade, do grupo 8, que é contra o uso da energia nuclear.

  34. GRUPO 2 – A FAVOR

    Vejo que muitos estão defendendo o uso de energia de renovável como o sol e o vento, mas o Brasil não está conseguindo criar amplas áreas de investimento para tais formas de energia de energia, tirando obviamente a energia hidroelétrica, que é a maior no Brasil. E de fato não podemos negar que após o recente acidente de Fukushima, no Japão, as esperanças de tornar a energia nuclear a mais viável para o mundo. Mas independentemente disso os benefícios da energia nuclear são ótimos. Se formos comparar os danos que os acidentes nucleares já trouxeram para o mundo e o uso de combustíveis fosseis, esse último já causou uma gigantesca mudança climática.

    Segundo professores e especialistas “a energia nuclear é a que produz menor quantidade de CO2. Esse estudo foi realizado com o cálculo de emissões totais produzidas por cada fonte de energia em todo seu ciclo (que incluiu fabricação e descarte após a desativação).” Um exemplo é a energia eólica que produz uma quantidade enorme de gases, uma vez que a vida útil da hélice é curta, cerca de vinte anos, possuindo difícil descarte.

  35. GRUPO 6 – CONTRA

    Roberto,
    Apesar da não utilização de combustíveis fósseis, a energia nuclear emite sim gases que agravam o efeito estufa, pois para a construção da usina, para extrair e enriquecer o urânio (que será utilizado como combustível), para que seja armazenado os rejeitos nucleares e seja feita a desativação da usina é necessária uma grande quantidade de energia, ou seja, uma grande liberação de gases, entre eles o CO2, altamente nocivo à atmosfera.

  36. Samuel,
    Em relação a questão da eficiência energética que o Brasil irá necessitar: não é uma grande vantagem explorar a área da energia nuclear, pois com o investimento gasto em energia nuclear podemos gerar aproximadamente quatro vezes mais energia se fosse investido diretamente em eficiência energética, independente do meio de geração.

  37. GRUPO 6 – CONTRA

    É fato que existe a necessidade de se aumentar a matriz energética em todo o mundo, mas a energia nuclear não é a melhor das opções. Para efeito de comparação: com os mesmos recursos que estão previstos para a construção da usina de Angra 3, seria possível instalar um parque de turbinas eólicas com o dobro da potência em no máximo um terço do tempo (2 anos), gerando aproximadamente 32 vezes mais empregos, além de não produzir lixo radioativo ou trazer risco de acidentes graves.

  38. GRUPO 2-A FAVOR

    Para países em desenvolvimento como o Brasil,a energia nuclear surge como uma fonte eficaz e barata.O urânio utilizado como fonte da energia tem a vantagem de ser uma fonte altamente concentrada de energia além de ser de fácil transporte e barato.Além disso,a energia nuclear não depende da sazonalidade climática,nem das chuvas e nem dos ventos o que garante sempre uma alta eficiência na produção.Para muitos estudiosos o único inconveniente é o dinheiro necessário para montar uma usina,uma vez executada,o preço real por quilowatt de energia produzida é a mais barata que outros métodos,e os custos de funcionamento são mínimos.O desenvolvimento da energia nuclear também aquecerá a economia com a geração de novos postos de trabalho.Para se ter ideia,a Central de Angra gerida pela Eletronuclear gera 3 mil empregos diretos e 10 mil indiretos e,segundo estudos, nos próximos 15 anos a construção de usinas nucleares pelo governo brasileiro poderá gerar cerca de 50 mil empregos.

  39. GRUPO 6 – CONTRA

    Além da poluição indireta causada pela construção das usinas, extração e enriquecimento do urânio, existe o risco de acidentes no transporte do mesmo. Por exemplo, o urânio extraído no Brasil viaja para o Canadá onde é transformado em gás e depois para Europa para ser enriquecido para, só então, retornar ao Brasil e ser utilizado em Angra I e II. Além do alto valor custo do urânio, 80% do volume total se transformam em produto residual, que pode ser matéria-prima para a produção de bombas atômicas.

  40. GRUPO 6 – CONTRA

    Além dos problemas em relação aos rejeitos da produção nuclear, esta gera muito menos empregos, diretos ou indiretos, que a indústria eólica e que a indústria solar. Temos que a eólica gera 32 vezes mais empregos que a nuclear, e a solar aproximadamente 1400 vezes mais.

  41. GRUPO 2 – A FAVOR

    Quando fala-se em energia núclear em solo brasileiro não é possivel deixar de lado o fato de que nosso país possui sexta maior reserva energética de urânio do planeta e que dessa apenas 30% foi prospectada. Estima-se que a quantidade total ultrapasse 300 mil toneladas de urânio o que corresponde a 47% das reservas energeticas não renovaveis em todo país, frente a 30% do petróleo e 23% do gás natural. A utilização de todo esse combustível seria equivalente a 238 anos de funcionamento do gasoduto Brasil-Bolívia. Além disso é muito importante citar que o Brasil é um dos poucos países do mundo que detêm o dominio de todo o processo de fabricação de combustível para usinas nucleares. Tal tecnologia coloca o Brasil em pé de igualdade com países como a Russia e os Estados Unidos que também possuem tecnologia e reservas para atender própria demanda. Esse dois fatores, tecnologia de fabricação e quantidade considerável de combustível, são um diferencial e uma grande vantagem para o país e não pode, portanto, ser ignorado.

  42. GRUPO 6 – CONTRA

    Quanto mais usinas nucleares, maior será a quantidade de lixo radioativo. Isto é um grande problema, visto que nem todos os países têm depósito definitivo para esse lixo. No caso do Brasil, com a construção da terceira usina esse problema será agravado. Grandes doses de radiação podem vir a causar danos à medula óssea, ao trato gastrointestinal e ao sistema nervoso central e até queimaduras na pele, além da ocorrência de efeitos que se manifestam anos após a exposição – o câncer. Todo esse problemas podem ser ocasionados devido ao mal condicionamento desse lixo radioativo.

  43. Grupo 5 – A FAVOR

    Como já foi sitado em um comentário acima, o Brasil ocupa o sexto lugar mundial em reservas de urânio e ainda possui minério para abastecer as usinas nucleares por mais de 800 anos. O país também se destaca no enriquecimento isotópico de urânio, a tecnologia usada neste processo foi desenvolvida pelo Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo. Embora a matriz energética brasileira seja fortemente baseada nas usinas hidroelétricas, seu potêncial nuclear possui um valor significante. Portanto, a energia nuclear é bastante viável para o nosso país.
    Em relação à poluição, a energia nuclear polui sim isso não tem como ser negado. Mas o que acontece é que isso pode ser evitado armazendando-se e monitorando os resíduos. O grupo 6 citou que nem todos países têm depósito definitivo para esses resíduos. O Japão, por exemplo, produz anualmente mais de 1 tonelada de lixo radioatívo e encontrou outro caminho para o seu lixo. Ele é enviado para França e Reino Unido para o reprocessamento. Este processo permite que o material possa ser utilizado em novos elementos combustíveis.

  44. Grupo 8 – CONTRA

    Não existe uma fonte de energia que só traga vantagens, todas apresentam pontos contrários, porém a nuclear por seu grande poder de destruição que pode ocorrer a partir de qualquer vazamento não deve ser utilizada. O grande problema enfrentado hoje pela produção de energia é em relação aos resíduos deixados pela mesma no ambiente, que no caso dos combustíveis fosseis é o tão temido CO2. Diante dos comentários deixados anteriormente já foi capaz de ver que a produção de energia nuclear tem vários aspectos negativos como: o econômico, o social, o ambiental, vários riscos a saúde, entre outros. E importante destacar o problema em relação a proliferação e militarização nuclear. No Brasil o uso da energia nuclear para fins militares não é um quesito forte historicamente falando. Mas é fato que com o aumento da tecnologia para produção de energia nuclear surge também o aumento do risco da produção de armas nucleares. Ate mesmo na própria America Latina esse risco existe. Como sabemos temos o Brasil e a Argentina que apresentam grandes jazidas de urânio. E o Brasil já tem acordo com outros países como a Venezuela que firmou acordo com a Rússia para ajuda na produção de equipamentos. Outras países também já estão implantando a ideia de colocar a produção nuclear como alternativa para demandas nucleares. A cada usina construída, aumenta se a quantidade de urânio produzida. Não podemos aumentar os problemas de geopolítica trazidos pelo ciclo da produção nuclear, ainda mais diante de tantas tensões existentes em todo mundo que podem eclodir a qualquer momento. Não aumentar a incidência de usinas nucleares significa diminuir o risco de proliferação da energia nuclear, que é utilizada em ações militares, sem falar dos problemas físicos de segurança.

  45. Considerando o Brasil como um país emergente devemos dar um foco maior ao fato de que a energia nuclear é mais cara quando comparada às demais fontes de energia, com isso, tendo o nosso país um potencial hidráulico gigantesco e outras fontes de energias renováveis que podem ainda serem exploradas, é mais viável que estes recursos sejam utilizados e não a energia nuclear. Além disso, devemos tomar vários cuidados com relação à energia nuclear, uma vez que, existe a necessidade de armazenar o resíduo nuclear em locais isolados e protegidos, pois os resíduos produzidos emitem radioatividade durante muitos anos podendo contaminar a população, além de interferir nos ecossistemas.

  46. Grupo 8 – Contra
    Considerando o Brasil como um país emergente devemos dar um foco maior ao fato de que a energia nuclear é mais cara quando comparada às demais fontes de energia, com isso, tendo o nosso país um potencial hidráulico gigantesco e outras fontes de energias renováveis que podem ainda serem exploradas, é mais viável que estes recursos sejam utilizados e não a energia nuclear. Além disso, devemos tomar vários cuidados com relação à energia nuclear, uma vez que, existe a necessidade de armazenar o resíduo nuclear em locais isolados e protegidos, pois os resíduos produzidos emitem radioatividade durante muitos anos podendo contaminar a população, além de interferir nos ecossistemas.

  47. GRUPO: Maurício, Murilo, Rafael, Victor, Arlon e Roberto.
    CONTRA
    Como tenho visto nos comentários feitos acima , podemos perceber que existem diversas divergências de opiniões sobre a utilização da energia nuclear.
    Isto é muito importante para que se faça uma otimização do uso deste tipo de energia ou não. E realmente em qualquer âmbito da sociedade quando se fala em energia nuclear causa varias discussões.
    Quando queremos analisar qualquer coisa devemos analisar os pontos positivos e negativos e “jogar” em uma balança para ter uma conclusão. Mas sera que isso é verdade para todo o tipo de discussão? Acredetido que não.
    Quando falamos em energia nuclear existem diversos pontos positivos sim, mas existe um fator negativo que deve ser determinante quando formos analisar este tipo de energia
    que é o fator dos riscos que são gerados para o meio ambiente.
    O estrago que um acidente nuclear pode causar são monstruosos, como podemos citar o acidente de Chernobyl que ocorreu a 27 anos e ainda causa estragos até hoje. Como podemos conviver com um risco eminente de acidentes e achar que só porque é uma energia eficiente podemos por nossa casa em risco, nossa família em risco. Nada justifica criarmos uma bomba que pode destruir a qualquer hora, Já que podemos utilizar outras formas menos perigosas.
    Então devemos ter a consciência de cuidar de onde nos moramos, cuidar de nosso planeta e não arrumar mais riscos, mesmo analisando os níveis de altos de eficiência energética.

  48. GRUPO: Maurcio, Murilo, Rafael, Victor, Arlon. – CONTRA

    Como já foi apresentado em comentários anteriores, a energia nuclear apresenta diversas vantagens e desvantagens, como qualquer outra matriz energética. Porém, é de extrema importância ressaltar que nenhum outro meio de produção de energia causou tantas mortes e tragédias quanto a energia nuclear. Acidentes como o de Three Mile Island (EUA) e Chernobil (Ucrânia), são exemplos de tragédias envolvendo energia nuclear, onde ocorreram milhares de mortes e enfermidades, além da perda de grandes áreas. Isso, sem falar da grande quantidade de lixo nuclear produzido pelos reatores que necessitam de vigilância por milhares de anos.

  49. GRUPO 2 – A FAVOR
    Vejo que muitos de vocês estão preocupados com a segurança. Se formos considerar somente esse fato, o mundo não seria o que é hoje. Vou pegar um rápido exemplo. O avião, no fim da década de 80 quando os voos passaram a ser mais frequentes houve 61 acidentes em um ano, a partir dos anos 2000 mesmo o número de voos crescendo absurdamente a média de acidentes caiu para e em torno dos 16 por ano. Isso aconteceu devido ao fato de desenvolvimento de novas tecnologias, melhoria na segurança e no profissionais. Então investindo-se mais tecnologia nessa forma de energia (e isso já está sendo feito) é perceptível que falhas tão graves não irão mais acontecer.
    Gustavo em um comentário seu você disse que a energia produz sim CO2, concordo com você, mas isso é durante o ciclo de produção da energia. Em um comentário meu feito anteriormente, disse que a energia eólica é uma das que produz CO2 (dentre as renováveis) durante o seu ciclo de produção. Isso prova que apesar da energia nuclear produzir esses gases, a energia eólica produz mais, seguida da energia solar e depois sim a nuclear.

  50. GRUPO: Maurcio, Murilo, Rafael, Victor, Arlon. – CONTRA

    Apesar de já ter sido citado em comentários anteriores, a energia nuclear apresenta inúmeras vantagens, mas infelizmente as desvantagens são muito mais relevantes e tem que ser analisadas com muito cuidado. Tem de ser analisado principalmente sua enorme capacidade de matança, destruição e enfermidade, como foi visto em acidentes como o de Three Mile Island (EUA) e Chernobil (Ucrânia), matança essa que envolve milhares de famílias, que dinheiro nenhum no mundo é capaz de repor tais perdas, além da perda de grandes áreas. Isso, sem falar da grande quantidade de lixo nuclear produzido pelos reatores que necessitam de vigilância por milhares de anos. Tendo em vista esses prejuízos, ressaltados por muitas mortes que nos leva a uma reflexão: será que a energia gerada compensa tais perdas? Principalmente as famílias dos mortos sabem que dinheiro nenhum no mundo traz de volta um ente querido, por isso nosso grupo é completamente contra!

  51. GRUPO: Mauricio, Murilo, Rafael, Victor e Arlon. – CONTRA
    Muito se fala que o Brasil tem grandes reservas de Urânio, não podemos negar. Porém, mesmo com esta vasta reserva seria necessário a extração do mesmo para seu enriquecimento e posteriormente sua utilização em usinas nucleares? Será que nosso potencial hídrico, eólico, solar e demais fontes de energia renováveis, digamos limpas, não seria o suficiente para nossa demanda?
    Sabemos que os resíduos formados em uma usina nuclear passam por processos de “reativação” para ser reutilizado, porém grande percentual é descartado. Neste descarte está um dos maiores problemas, pois com a formação de resíduos nucleares, um dos principais inconvenientes desta energia, já que não existem projetos para o descarte do mesmo independente do teor radioativo. Estes rejeitos podem ter uma vida ativa de mais de 300 anos, e como já dissemos anteriormente que os planos de descarte seguro ainda estão em estudo, sem nenhum método padrão, estes resíduos podem vim a se tornar um poluente radioativo, causando danos grandiosos na vida da população local e na geração vindoura.

  52. Grupo 5 – A favor

    É previsto um grande aumento na demanda de energia elétrica nos próximos 30 anos no Brasil e de fato não podemos aproveitar parte da nossa capacidade de geração hidrelétrica por inviabilidade técnica/ambiental. Com a diminuição das reservas de combustíveis fósseis e os 13 700 km³ de dióxido de carbono produzidos nas últimas décadas pela queima dos mesmos, as usinas nucleares apresentam inúmeras vantagens em relação as demais.
    Primeiramente vale destacar sua maior eficiência quando comparada a outras, além disso o lixo produzido pelos materiais radioativos ao longo de 50 anos por uma usina desse tipo ocupa apenas 3 m³. Segundo o professor o professor da USP e também diretor da Eletronuclear Joaquim Francisco de Carvalho, as novas tecnologias permitem afirmar que a probabilidade de acidente grave no circuito primário das usinas nucleares envolvendo a emissão de partículas radioativas é da ordem de milionésimos.
    Outra área em estudo e desenvolvimento é a da fusão nuclear, tida como mais eficaz e ainda mais segura que a fissão nuclear. Neste exato momento 137 reatores nucleares estão gerando mais de um terço da eletricidade consumida pela Europa Ocidental e quase um sétimo da energia consumida em todo o mundo é gerada por 438 reatores nucleares, o que nos mostra que esse sistema de geração está evoluindo e que a energia nuclear continuará atendendo as necessidades do nosso planeta.

    • GRUPO 1 – CONTRA

      Caro Matheus, Como vc disse a respeito da quantidade de material radioativo produzido em 50 anos que ocupa apenas 3 m³, levou em conta a produtividade anual de lixo radioativo gerado no mundo? Segundo fontes, esta produção de lixo anual entre todas as usinas nucleares do mundo é em torno de 9mil toneladas. Esse valor inclui, não somente o material utilizado para geração nuclear, mas também os materiais conhecidos como produtos ativados, que são materiais originalmente não radioativos, mas, que em contato com os produtos radioativos, adquirem radioatividade. Podemos citar como exemplo destes materiais os contêiners, peças do reator, materiais de operação, tubos de mineração, roupas e utensílios de limpeza.
      Usinas como Angra 2 que produzem cerca de 50m³ de material radioativo por ano, podem sim, sofrer um reprocessamento e reduzir essa quantidade para 7m³, porém a quantidade de resíduos de baixa e média radioatividade é 20 vezes maior, devido à geração de material radiotóxico durante o reprocessamento.
      Fora isso, o tempo de armazenamento destes materiais é de longa duração. Sub-produtos como o plutônio, demoram em torno de 1000 anos para perder sua radioatividade, tempo suficiente para poder ocorrer um vazamento nestes reservatórios e consequente contaminação de lençóis freáticos e do solo adjacente.
      Além disso, outro problema no armazenamento do lixo radioativo é o seu transporte para o local de reserva. Alguns países com usinas nucleares não possuem centrais de reprocessamento (Alemanha, Japão, Canadá). Assim, a escolha de deixar enriquecer em outros países traz como consequência o transporte de substâncias altamente radioativas pelo mundo. Inclusive, a embarcação desses resíduos leva o perigo de contaminar mares e oceanos.

  53. Grupo: 1 – Contra
    Comentário: Usando como base o ultimo grupo, mesmo que as chances sejam minimas de um reator liberar gás ou parar de funcionar, deve-se levar em conta que somente um reator pode acabar com cidades, usamos como exemplo Chernobyl que devastou a cidade toda, alem de matar muitas pessoas e a contaminação dos alimentos, isso tudo para ser corrigido custa muito cara e demora muito tempo. Sabemos que a energia nuclear é muito usada e muito útil, porem precisamos pensar no próximo! Podemos utiliza energia mais limpas.

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